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5 principais “call to action” (CTA) que usamos para converter mais no blog

Por Jean Vidal em 4 de setembro de 2019
Leitura de 9 minutos

Você fez o dever de casa. Planejou o seu artigo (desde Pauta, Persona, Keyword e Jornada de Compra). Buscou no seu time (ou parceiros) os mais indicados para escrever aquele tema. Lançaram o texto, “todo bonitinho”, com arte de capa, pulando parágrafos, cuidando o SEO (headings, linkagem interna, images, alt etc).

E fez isso não apenas uma vez, mas cuidando para manter uma rotina, afinal o Marketing de Conteúdo segue a analogia de combustível e palco de teatro.

E, com essa constância, olha só, estamos crescendo em visitantes orgânicos. Você passou aquela barreira “invisível” que é ficar alguns meses sem quase nada de visitantes orgânicos e daqui a pouco saltar visitantes e começar a escalada.

call to action

Parabéns! Vale festejar, mas não pode parar por aqui.

Sim, Marketing é isso: comemorar e partir para o próximo passo.

E qual seria então esse próximo passo? Extrair desses visitantes orgânicos a conversão em Leads.

Eis que entra em cena a famosa sigla, CTA.

Por isso que no artigo de hoje, vamos mostrar para você cinco formatos padrão que utilizamos no blog e nos artigos para extrair mais informações dos visitantes do seu Marketing de Conteúdo. Confira!

[Antes] O que é um CTA, “call to action”?

Pode parecer bobo, mas é sempre importante revisar e deixar claro o conceito: CTA, vem da sigla em inglês de “call to action”, ou seja a “chamada para ação”.

São links e ou imagens que desenham para o visitante o próximo passo, onde que clicando ele acessa um novo objetivo (até então o objetivo inicial era ler o artigo, o conteúdo produzido).

É válido comentar que não existe certo ou errado, que links e banners são CTAs, quando fomentados uma chamada para ação.

Aliás, você verá também muito “botão” nos sites, Landing Pages e email marketing como o objetivo de ser um CTA, uma chamada para ação.

Uma vez cientes então desse formato, vamos agora nos concentrar no caso de chamadas para ação dentro de um blog, mais precisamente como você está aqui, lendo um artigo. Além disso, vou buscar reproduzir nesse texto a parte prática de tudo que iremos indicar.

Segue comigo. 👇

1 – Call to action de Lateral do Blog

Arrisco a dizer que com o avanço do Marketing de Conteúdo muitos sites das empresas já estão se preocupando em ter um blog.

E aqui não estou entrando ainda na questão de produção de conteúdo, mas ter no seu site uma área para o blog.

E o que é um blog? Costumo fazer essa pergunta para o meu pessoal.

Em um modo bem pessoal de dizer, blog é um formato de site onde ficam listados os artigos, por padrão (mas não obrigatoriamente) em ordem cronológica.

Logo o conteúdo (os posts) é a casa onde vamos direcionar o público para acessar os nossos textos.

Na dúvida, só voltar ao nosso formato de blog, aqui pelo site da Conexorama mesmo. 🙂

Parto desse princípio, pois hoje é muito comum haver diversos formatos de blog.

E isso é importante compreender, pois o nosso primeiro item de CTA (que mais usamos para nós e nossos clientes) fica a mercê de um formato tradicional de blog, que é esse que você verifica aqui, lendo esse artigo.

Observe que no nosso formato existe uma “lateral” do blog. Nem todos os formatos de sites se preocupam ou optaram por usar essa lateral no layout, na página do artigo.

Indiferente das discussões de UX (do inglês “user experience”), nós usamos muito pois queremos adicionar nessa lateral pelo menos um CTA.

call to action

Só verificar aqui do lado que usamos esse banner. 👉

Além de tudo, fomentamos que ele seja “fixo”, ou melhor dizendo, “congelado” para que acompanhe a navegação, o scroll da página.

Esse CTA lateral de blog é muito chamativo, gera muitos cliques e vale, na nossa indicação usar esse espaço para uma chamada de ação.

É válido comentar ainda que aqui não estamos discutindo o que colocar na lateral ou se imagem ou gif. Afinal varia muito de marketing para marketing, e do quanto quer chamar atenção.

Para nós, utilizamos o CTA do nosso treinamento online RD Hacks, um curso sobre Inbound e RD Staiton com mais de 14 horas de vídeo aula e grupo de estudos e suporte (na whatz e Facebook).

2 – Call to action no rodapé do artigo

Outra chamada de ação que utilizamos e indicamos bastante é ao final do seu artigo colocar um banner dos próximos passos após a leitura do artigo.

Pode ser um CTA para um eBook complementar daquele assunto.

Pode ser como nós utilizamos neste momento, para a nossa Landing Page de Orçamento, que é a oferta direta mais importante pra gente.

Uma dúvida comum que recebemos na utilização desse formato é se adiciono o CTA logo após as últimas palavras do artigo, ou se ainda dou espaço para alguns elementos da página (como compartilhar nas redes sociais, autor e comentários).

Não existe uma resposta definitiva para essa escolha, vai também muito do seu layout.

Nós optamos após os elementos, justamente para que haja ainda atenção a esses pontos chave, como comentários (deixe o seu no final do artigo tá! :P).

A questão é que é um call to action bem chamativo também, que posso variar entre oferta direta, ou continuação do tema que estava sendo tratado no artigo em questão, material indireto.

3 – Call to action / Formulário meio do artigo

Já não tão famoso e ainda um pouco polêmico por um atrito com o leitor, é utilizar um CTA ou formulário no meio do texto. Algo assim:

call to action

A primeira dúvida é se vale essa ação?

Com cuidado e bem direcionado vale sim.

Vou tentar contextualizar melhor quando utilizamos.

Primeiro optamos por não fazer em todos os artigos. No nosso modo de pensar, fomentamos o uso especificamente para artigos maiores (grande em quantidade de palavras, pelo menos acima de 2 mil – e isso é uma orientação, não uma regra).

Além disso, é muito chave para que esse CTA / Formulário funcione que esteja inteiramente interligado com o assunto do seu artigo.

Nós testamos esse formato em nossos textos de e-mail marketing mostrando esse CTA que listamos acima. É um complemento do assunto.

Outro fator que vem ao encontro de utilizar esse formato de CTA é justamente focar em artigo que já tem muitos visitantes orgânicos. Optamos por evitar o atrito em texto que ainda não estão “bombando” de visitantes.

É complexo sim. Tudo é um conjunto de decisão, afinal precisamos puxar a corda às vezes para um pouco mais de atrito visual (e mais Leads) e às vezes menos atrito (e menos Leads). Mas nós usamos sim, e funciona bem.

4 – Pop-up é também um CTA, e você precisa explorar

Ainda ao encontro do que falamos no item anterior, sobre focar em artigo com muitos visitantes, entramos no nosso item quarto, que é o famoso pop-up.

Aquela chamada que aparece quando chego na metade do texto ou quando estou saindo da página (levando o cursor para a barra de navegação). Por exemplo algo assim:

call to action

Esse é um exemplo de pop-up de material indireto (um ebook). Já observou que falamos muito de oferta direta e material indireto, e é comum quando vou escolher o foco do CTA.

Nós temos um artigo que fala de material rico direto e como combinar com indireto.

Vale a leitura também.

Então, interpretar o pop-up como um CTA, seja um pop-up de clique aqui (e vá para um Landing Page) ou de formulário aberto direto (como o print acima), é uma chamada para ação, para o próximo passo e vale usar.

Os cuidados principais na nossa opinião são:

  • Evitar pop-ups genéricos em todo o site (aparece sempre em todas as páginas);
  • Identificar que páginas tenho mais visitantes e focar ali pop-ups;
  • E trabalhar o tema do pop-up também interligado a página.

Com esses cuidados, o retorno (conversão) do seu CTA será sempre muito alto.

5 –  Links diretos e para materiais

Por fim, talvez não menos importante, você precisa desvincular a associação de que CTA é botão ou banner.

Em outras palavras, se você tiver a opção de gerar um link no texto, seja no artigo ou até no formato do site (um link em um menu do topo por exemplo) é uma forma de CTA.

Posso exemplificar mostrando que temos no nosso menu horizontal uma chamada um pouco mais destacada para a nossa Landing Page de Orçamento.

call to action

Também posso exemplificar mostrando que aqui nesse texto, em dado momento referenciei uma oferta direta que temos (o nosso treinamento RD Hacks). São formas de usar o link como CTA, que ainda que seja uma chamada com menor destaque, quando bem aplicada, faz um grande efeito.

E lembre-se sempre: o seu link pode ser de um eBook complementar do assunto.

Venho o artigo todo falando de CTA (aumentar conversão) e em determinado momento eu complemento explicando que o próximo passo é baixar o nosso eBook gratuito como implementar o Growth Hacking.

Viu só. 🙂

[Extra] Poluir demais, não é um risco?

Sim, com toda certeza. Um site com excesso de call to action parece um site “pirata”, passa a sensação de SPAM né.

O lado complexo é que não vai existir um CTA mais correto para utilizar, tudo vai depender do seu layout, da sua Persona, e do quanto precisa converter visitantes em Leads.

E em algum momento, você vai precisar chegar mais próximo desse risco sim. Testar para verificar o retorno.

Por isso, falei muito aqui sobre focar alguns formatos apenas nas páginas mais acessadas, sendo então uma forma de não pulverizar call to action para tudo quanto é lado.

E você, concorda com a dicas que colocamos aqui?

Deixe um comentário, e vamos fazer deste artigo um conteúdo vivo, com sempre novidades (os nossos debates ali nos comentários).

 

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Jean Vidal

CEO e Growth Hacker em Conexorama
Atuo há mais de 14 anos com Marketing Digital, tendo participado do nascimento da Resultados Digitais. Tenho experiências como Gerente de Ecommerce e participei diretamente na implantação de mais de 100 projetos de Inbound Marketing.
Jean Vidal