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3 erros que você não pode cometer no LinkedIn

Por André Ramos em 19 de abril de 2019
Leitura de 4 minutos
3 erros que você não pode cometer no LinkedIn
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O LinkedIn está em ascensão.

Cada vez mais profissionais se conectam na rede social corporativa buscando vagas de emprego e networking. A plataforma parece dar conta do recado, na medida em que fornece um bom chat para mensagens privadas e informações rápidas de vagas abertas.

Outro fenômeno que vem chamando atenção dentro do LinkedIn é o “boom” que certos artigos e posts escritos pelos usuários tem causado dentro da plataforma.

O algoritmo do LinkedIn já deu provas cabais que entrega muito no orgânico, especialmente se os posts são comentados por um grande número de usuários.

Não raras vezes você se depara com artigos escritos há duas, três semanas atrás, mas que ainda estão impactando o Feed dos usuários – e, claro, com dezenas de comentários e compartilhamentos.

Já que a plataforma corporativa da Microsoft está gerando buzz e mantendo a audiência cativa – algo em queda, por exemplo, no Facebook – é de suma importância estratégica saber extrair o melhor dos anúncios pagos do LinkedIn Ads.

Por isso, neste artigo você vai ler os três erros que você JAMAIS deve cometer utilizando links patrocinados no LinkedIn, com suas nefastas consequências. Vamos lá?

Erro 1: Não ter uma boa verba para investir

Aceitemos o fato: o LinkedIn é, e continua sendo, o primo rico dos Canais Pagos.

Enquanto o Google Ads pode rodar campanhas de mídia paga com R$ 2 diários, e até mesmo o Facebook pode gerar leads com esse valor, o LinkedIn Ads EXIGE uma verba mínima de R$ 20 diário para qualquer campanha de Tráfego para o Site, Engajamento ou Geração de Cadastros.

Fazendo um cálculo rápido, para você rodar UMA ÚNICA campanha de geração de leads com LinkedIn Ads durante 30 dias, você vai investir pelo menos R$ 600,00. E tem um detalhe: a campanha pode consumir até 20% a mais do valor de verba previsto.

Isso ocorre devido a um delay da plataforma ao atingir a meta diária. Portanto, “planning is the key”, ou seja, planejamento é a chave para ter sucesso nos links patrocinados ou InVoice messages do LinkedIn Ads.

Erro 2: Não configurar as conversões do Insight Tag

A otimização é a regra de ouro de Ads.

Quando feita periodicamente, você reduz custo e aumenta a performance. É o famoso “fazer mais com menos”. Em Ads, “time que está ganhando” deve ser mexido sim, mas não se trata de substituir campanhas boas por campanhas novas, mas sim de fazer o “ajuste fino” do que já está performando bem.

Uma das otimizações que devem ser feitas, desde o início da criação das campanhas, é configurar as conversões no Insight Tag. Especialmente se o objetivo for a geração de leads por download de materiais ricos ou Campanhas Diretas de Levantada de Mão (as famosas LM’s que lembram os MM’s rs).

O processo de criação de Conversões Personalizadas é posterior ao da instalação da Insight Tag e, por se tratar de uma especificação para o algoritmo do LinkedIn, a performance tende a melhorar após essa configuração.

Em se tratando de uma plataforma em que R$ 20 serão consumidos diariamente na busca de leads qualificados por hipersegmentações, como cargos e experiência, vale muito a pena adotar a estratégia de Thank You Pages (páginas de agradecimento após conversão) e de criar essa Conversão personalizada voltada para a URL da Página de Agradecimento (ou do pixel de evento, como clicar em um botão).

Erro 3: Criar Campanhas Muito Fundo de Funil para uma audiência que quer avançar na carreira

Este erro pode ser questionado, sem dúvida, mas nossos testes têm mostrado que anúncios de geração de leads com Materiais Ricos de Topo e Meio de Funil estão performando melhor (com menor Custo Por Clique / Custo Por Aquisição) do que as Campanhas Diretas de Levantada de Mão.

Nesse ínterim, milhões de fatores podem influenciar, mas nosso histórico vem confirmando que o público ativo na região Sul e Sudeste do país está esperando conteúdo relevante dentro da plataforma, e não exatamente “ofertas” ou “promoções”.

Nesse momento, cabe uma ressalva: se sua oferta é certeira para o público-alvo, nada impede de um anúncio “Solicite Orçamento”, “Agende Uma Demonstração” receber muitos cliques efetivos.

Mas, se fossemos escolher, para um novo cliente, entre criar um anúncio de Levantada de Mão (LM) ou de Cadastros, sem dúvida, optaríamos pela geração de leads, e apostaríamos todas as nossas fichas no lead percorrendo o funil do marketing de conteúdo.

Diferente do Google Ads, por exemplo, que é um Canal por natureza voltado ao Fundo de Funil , o público ativo no LinkedIn parece estar muito mais ávido pelo “surpreenda-me”.

Gostou das dicas? Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário, vamos continuar esse bate papo por lá!

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André Ramos

Ads Expert em Conexorama
Jornalista com um pé na terra e outra na nuvem! Sempre buscando novos caminhos para ajudar as empresas a venderem mais pela internet, especialmente pelo Ads que dá uma formidável tração para toda estratégia inbound.
André Ramos